Dislexia – a dor silenciosa transformada em Transtorno Opositor

João e MariaNossos alunos estão sofrendo e ninguém percebe. A televisão vem, ao longo dos anos, dando ênfase aos transtornos, síndromes e distúrbios, procurando mostra-los de forma romântica e quixotesca e sem nenhum laço com a realidade na qual vivem pais, familiares e a própria pessoa deficiente.

Vimos nos últimos anos alusões às doenças psiquiátricas e ao autismo, mas nunca da maneira que deveria ser abordada.

Mas e a dislexia? Não se falou mais dela, e antes, quando todos os alunos com problemas de aprendizado eram "disléxicos", agora eles são "TDAH". São os problemas da moda, da estação.

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O impossível pode ser possível! Inclusão na prática - respeitando a diferença

Ana Cris criança ao lado de seus irmãos.Ana Cristina de L. Ferreira (gosta de ser reconhecida como Ana Cris Ferreira) tem 54 anos de idade, é cadeirante e tetraplégica. Sua deficiência é mais conhecida como Paralisia Cerebral.

Ela tem uma mobilidade que não permite um controle completo dos movimentos e sua voz é um pouco destorcida. Porém, se define como uma pessoa muito feliz!

É Graduada em Pedagogia, Pós-Graduada em Psicopedagogia e escritora de 4 livros.

Ana Cris conta que na época do seu nascimento, deficiente, era considerado um “ET.”, principalmente aqueles com Paralisia Cerebral.

Os movimentos involuntários fazem com que as pessoas confundam com Deficiência Intelectual. Enfatiza: “Já sempre percebi a diferença de tratamento das outras pessoas.”

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